No caso de Campos Neto, uma decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), tornou a presença facultativa. Já Mansur obteve uma decisão favorável de Flávio Dino para se manter em silêncio.
O presidente da comissão, senador Fabiano Contarato (PT-ES), afirmou que a defesa de Mansur recebeu a notificação para comparecimento apenas no último domingo (1º), sendo que há um prazo de 48 horas no mínimo.
“Por conta de exiguidade do tempo [decidimos] remarcar para semana que vem sem condução coercitiva. A decisão de Dino não desobriga o comparecimento”, disse a jornalistas.
Já Campos Neto, pela decisão de Mendonça, teria o direito de permanecer em silêncio nos questionamentos que pudessem implicar risco de autoincriminação. Caberia a ele, com sua defesa técnica, avaliar se determinada pergunta ofereceria risco.
O ex-presidente do Banco Central foi convocado para esclarecer eventuais falhas na fiscalização bancária que possam ter facilitado a expansão de organizações criminosas e fraudes investigadas envolvendo o Banco Master.
Mais informações em instantes.
Fonte: Gazeta do Povo
